O pai pára o carro perto da escola e nós andamos uns 50 metros até entrarmos na escolinha. Ontem fomos jantar com uns amigos, o Dinis adormeceu quase à meia noite e hoje estava tão ensonado que dormiu quase até o carro parar perto da escola. Lá saiu meio estrumenhado e ficou no passeio à espera que eu saisse do carro. A porta de trás estava aberta e quando eu a vou fechar, ele dá uma corrida pois lembrou-se de ir dar mais um beijo ao pai e põe a mão na zona das dobradiças da porta de trás. Quando eu a fecho, a mão dele fica entalada...
Nem me aprecebi do que se passava, pois ele estava longe da porta, deu foi uma corrida na direcção do carro e poisou a mão mesmo no instante em que fechava a porta. Ele começou a queixar-se mas eu até pensei que ele tinha dado uma cabeçada ao saltar e só quando ele disse que tinha a mão entalada eu percebi o que se passava.
Ficou com um dedinho todo negro e a unha da mesma cor (que insistia que era sujo e pedia para limpar...). O dedo anelar também ficou com uns fiozinhos vermelhos mas nada de especial. Fiquei tão aflita e sem saber o que fazer...
Peguei nele ao colo e fomos rapidamente para a escola, onde a educadora lhe colocou gelo e uma pomada no dedo. Também coloquei um penso em cada dedo, para a pomada não desaparecer.
Consolei-o o melhor que pude, com beijinhos e miminhos, cantando canções que ele gosta ao ouvido e que o acalmam. Pedi-lhe desculpa, devia estar mais atenta, devia ter previsto o que ia acontecer... Ele que é um doce, disse que me desculpava, que eu não precisava de repetir mais vezes, e que eu também o desculpava sempre que ele me magoava.
Por fim lá ficou com a ideia de que era dia de ginástica e iam para o jardim, aproveitando ainda o tempo estar bom.
Vim trabalhar cheia de remorços, se calhar devia ter ido com ele ao médico, se calhar devia ter ficado com ele... Mas também queria ver como ele estava sem eu estar por perto, pois comigo junto dele, fica mais mariquinhas e mais mimoso.
Telefonei por volta do meio dia, hora à qual sei que regressam do jardim e a educadora disse-me que ele estava bem e bem disposto. Só tinha chorado uma vez mas disse que foi por ter batido com o dedo e lhe ter doído. E disse também para eu não me preocupar, pois se ele comecasse a ficar mais queixoso, ela me telefonava.
Fiquei um pouco mais descansada, mas sempre infeliz por o meu menino estar com doi-doi e a culpa ser minha. Não sou daquelas mães que se recriminam por este tipo de coisas acontecer, são acidentes que podem suceder com eles ou connosco, mas custa-me muito ve-lo a sofrer. E claro, não posso evitar pensar que se estivesse um pouco mais atenta, talvez nada disto tivesse acontecido. Mal posso esperar pelas 17h 30m para o ir buscar, ver como está e dar-lhe muitos miminhos e festinhas.
Nem me aprecebi do que se passava, pois ele estava longe da porta, deu foi uma corrida na direcção do carro e poisou a mão mesmo no instante em que fechava a porta. Ele começou a queixar-se mas eu até pensei que ele tinha dado uma cabeçada ao saltar e só quando ele disse que tinha a mão entalada eu percebi o que se passava.
Ficou com um dedinho todo negro e a unha da mesma cor (que insistia que era sujo e pedia para limpar...). O dedo anelar também ficou com uns fiozinhos vermelhos mas nada de especial. Fiquei tão aflita e sem saber o que fazer...
Peguei nele ao colo e fomos rapidamente para a escola, onde a educadora lhe colocou gelo e uma pomada no dedo. Também coloquei um penso em cada dedo, para a pomada não desaparecer.
Consolei-o o melhor que pude, com beijinhos e miminhos, cantando canções que ele gosta ao ouvido e que o acalmam. Pedi-lhe desculpa, devia estar mais atenta, devia ter previsto o que ia acontecer... Ele que é um doce, disse que me desculpava, que eu não precisava de repetir mais vezes, e que eu também o desculpava sempre que ele me magoava.
Por fim lá ficou com a ideia de que era dia de ginástica e iam para o jardim, aproveitando ainda o tempo estar bom.
Vim trabalhar cheia de remorços, se calhar devia ter ido com ele ao médico, se calhar devia ter ficado com ele... Mas também queria ver como ele estava sem eu estar por perto, pois comigo junto dele, fica mais mariquinhas e mais mimoso.
Telefonei por volta do meio dia, hora à qual sei que regressam do jardim e a educadora disse-me que ele estava bem e bem disposto. Só tinha chorado uma vez mas disse que foi por ter batido com o dedo e lhe ter doído. E disse também para eu não me preocupar, pois se ele comecasse a ficar mais queixoso, ela me telefonava.
Fiquei um pouco mais descansada, mas sempre infeliz por o meu menino estar com doi-doi e a culpa ser minha. Não sou daquelas mães que se recriminam por este tipo de coisas acontecer, são acidentes que podem suceder com eles ou connosco, mas custa-me muito ve-lo a sofrer. E claro, não posso evitar pensar que se estivesse um pouco mais atenta, talvez nada disto tivesse acontecido. Mal posso esperar pelas 17h 30m para o ir buscar, ver como está e dar-lhe muitos miminhos e festinhas.
























