segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Parabéns para mim como bloggeira :)



Virei a pagina da minha agenda da secretária e vejo que hoje é uma data especial: 5 anos de bloggar!!! Não é propriamente este blog que faz anos mas sim eu própria como "escritora" na net, pois bem ou mal vão ficar aqui para sempre os meus desabafos...
O meu 1º post foi no meu 1º blog que tinha aqui
http://era1xeu.blogs.sapo.pt/

"Teste, 1,2,3
Criei este blog agora mesmo e nem sei que hei-de fazer com ele? Que feio... Como é que se põe um blog todo bonito?????"

Mudei para este blog porque tinha dificuldades em anexar fotos e em as ver. Estou feliz aqui e gosto de escrever, gosto de desabafar, gosto de ler os vossos comentários e de sentir o nosso feedback. É assumidamente um babyblog, pois os meus filhos foram muito, muito desejados (como toda a gente que me segue sabe) e por isso são a parte principal da minha vida. Mas também aqui desabafo sobre outros assuntos, sobre o meu dia a dia, sobre as minhas frustrações e desejos...

Fiz através deste meio muitas e boas amigas, algumas já reais, outras que se mantém virtuais mas não menos importantes por causa disso.

Criei à menos tempo o meu blog de livros

www.pereirasbooks.blogspot.com

para falar sobre mais uma paixão da minha vida: a leitura.

Não queria deixar de salientar comentários menos simpáticos sobre blogs como o meu, que basicamente falam de crianças, a essas pessoas digo-lhes que não sejam invejosas e que arranjem uma vida além de dizerem mal dos outros! Ora toma!   lol

Ora então parabéns a mim e continuem com as vossas visitas e os vossos comentários, que eu dentro do possível, vou continuar por aqui a contar a minha vidinha para quem a queira ler, neste meu diário/semanário publico...

Obrigada por estarem ai desse lado!!!!!!


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sobre adoção

Já à algum tempo ando para fazer um post sobre adoção. Por nada de especial e por tudo o que significa na minha vida. E ontem recebi um mail de resposta da assistente social que tratou do processo de adoção do meu menino e que me disse que apenas eu e outra mãe lhe vamos dando noticias do meninos e que elas gostam tanto de saber como as coisas estão a correr e de acompanhar o crescimento deles...

Cada vez menos pessoas sabem que o meu filho é adotado, visto já ter o nosso nome e acho engraçado quando comentam que é parecido com o pai  :) Também vou pensando cada vez mais que se aproxima a altura em que terei de conversar com ele e de lhe dizer que não nasceu na barriga da mãe mas sim no seu coração. não me sinto particularmente ansiosa em relação a essa conversa mas tenho algum receio na reação dele. Será ele a desencadear tal conversa quando demonstrar curiosidade sobre algumas coisas, como não ter fotos desde que nasceu, como o irmão ou não ter estado na barriga da mãe. Já me fez alguns comentários sobre estar dentro da minha barriga mas eu acho que com 2 anos, ainda não ia entender o que eu tenho para lhe explicar.
Os comentários são cada vez menos sobre nós mas ainda sinto que as pessoas falam à nossa passagem em como adotamos uma criança. não de uma forma negativa mas quase com admiração. Porque para mim e para o meu marido a adoção foi uma coisa tão simples, tão fácil, tão comum, que me surpreendeu que a maior parte dos meus amigos e familiares, alguns dos quais que eu considero pessoas com o espírito muito pratico e aberto, me dissessem que nunca adotariam uma criança... E a principal razão para não o fazerem era acharem que podiam não as amar suficientemente...

Também me questionam frequentemente se eu não tenho medo de gostar mais do Dinis por ser meu filho biológico ou se não penso que estou a tirar coisas ao biológico para dar ao adotado, principalmente com a crise que nos apanhou.

Respondo sempre se que por um segundo me tivesse passado tal ideia pela cabeça nunca teria avançado para adoção. E que se tivesse 2 filhos biológicos nunca ninguém me faria a pergunta de se achava que estava a tirar a um para dar ao outro...

A nivel se aceitação, acho que 100% das pessoas da minha família e amigos aceitaram o Eduardo como "igual", digamos assim, apesar de existirem algumas pessoas que eu sei que gostam muito dele, acho que é um querido mas nunca exatamente igual ao meu filho mais velho... Tenho uma tia que a 1ª coisa que perguntou quando lhe contei que tinha adotado, foi se ele era "clarinho" e diz imensas vezes que gosta muito dele mas o Dinis é que é o seu menino... Outra passa a vida a dizer que eu vou ter muito trabalho com ele, cada vez que faz uma birra ou mostra má, algo normal nas crianças, mas cujos comentários nunca são dirigidos ao mais velho.

E noutro dia descobri que o meu filho é um menino "diferente". Porque na escola do Dinis leram um livro sobre meninos diferentes e lá estava escrito que as crianças adotadas eram diferentes das outras e tínhamos de as aceitar bem, blá blá blá... O Dinis na sua inocência de criança, a quem sempre foi passada a ideia de que a adoção era algo tão comum e natural como beber um copo de água, disse logo que o mano dele era adotado... Vieram logo mães de outros colegas dele, que não sabiam, perguntar se era verdade e passaram a trata-lo com uma atitude quase paternalista.

Também me faz confusão quando leio ou vejo pessoas ofendidas quando lhes dizem que pode adotar, por terem problemas de fertilidade (como eu tenho). A adoção nunca deve ser uma alternativa mas sim um complemento. E deve ser uma decisão de comum acordo entre as duas partes envolvidas. Que me desculpem se vou ofender alguém com o que vou escrever, mas quem tem problemas para engravidar e não põe a hipótese de adotar ou acha que é um disparate alguém propor tal, não quer ser mãe, quer sim estar gravida. E existe uma diferença, eu bem sei pois apesar de amar o meu filho adotado EXATAMENTE da mesma forma e com a mesma intensidade que sinto pelo mais velho, gostaria de o ter sentido crescer dentro de mim, de lhe poder contar histórias de embalar onde lhe dissesse que este quentinho na minha barriguinha durante 9 meses...

Mas o amor é algo que nasce com o convívio, que cresce como uma flor, que se conquista. Amar os nossos filhos quando estão dentro da nossa barriga, sentir uma paixão imensa logo que eles nascem? Sim eu senti isso pelo Dinis mas existem muitas mães que não o sentem, que não tem afinidade pelos filhos, que só sente esse amor de mãe muito tempo depois de os filhos terem nascido, ou nem o sentem sequer...

Por isso acreditem, ser mãe do coração é tão bom como ser mãe biológica, faz-nos sentir realizadas da mesma forma e nem nos lembramos que esse ser lindo que existe nas nossas vidas não nasceu da nossa barriga mas sim do nosso coração e que daríamos a vida por ele, em qualquer momento, sem pensar 2 vezes.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Dinis e a escola

Como sabem o meu filho mais velho foi para o 1º ano em setembro. Foi para uma escola do estado, pois o dinheiro não chega para o por numa boa escola particular e de outra forma acho que não vale a pena, até porque existem professores muito bons também nas escolas estatais, penso que é tudo uma questão de sorte.

É uma emoção ter um filho já tão crescido, que vai para a escola aprender a ler e a escrever, entre outras coisas. O que me preocupa é que o meu filho lê melhor que muito adultos. Lê na perfeição qualquer coisa que lhe passe pelas mãos e os livros de eleição são os do Jerónimo Stillton, da bruxa Mimi (em versão pequena) e do João Pastel...

Mas isso é bom, dizem vocês. Pois, é bom e é mau. Preocupa-me que se desinteresse pela escola, que ache chato estar a aprender coisas que já sabe. Quando lhe perguntam o que ele já aprendeu alguma coisa ele diz que sim, coisas que já sabia...  Já falei com a professora acerca da hipótese de ele passar para o 2º ano mas existem algumas coisas que ele ainda tem de aprender tal como as letras manuscritas e principalmente as regras de estar na sala sossegado e atento. Já recebi 2 vezes recados da professora de musica a dizer que ele está desatento e a distrair os colegas... agora descobriu que os colegas se riem das coisas que ele diz, porque ele tem um raciocínio muito rápido e por isso consegue ter sempre algo para dizer e como tal gosta de ser engraçadinho...

Enfim, preocupações de mãe galinha, que quer muito que o filho se saia bem na vida e não ache a escola algo chato e sem graça, mas sim uma porta para o mundo, para aprender mais e melhor sobre o mundo que o rodeia.

Tenho medo que se desmotive, que ache uma seca estar a aprender o b a = ba quando sabe ler livros do Jeronimo Stillon e escrever (em letras de imprensa) otorrinolarinologista  :)   Será que a rebeldia se traduz numa falta de interessa na escola? Porque ele gosta da professora, está sempre a dizer isso e que gosta de brincar com os amigos que tem na sala (se calhar até demais...)

Não é fácil educar um filho, não é fácil escolher os caminhos certos... Às vezes penso que não o devia ter tirado da escola particular onde estava antes, que tinha a 1ª e a 2ª classe na mesma sala, assim ele podia ir aprendendo mais coisas novas mesmo estando na 1ª classe... Mas são escolhas que se fazem na vida, achei que se não tinha dinheiro para o colocar num bom colégio particular, se calhar estaria melhor no estado e assim tinha hipóteses de colocar o mano na mesma escola em breve.

Vamos ver o que me espera, sei que ele é um menino inteligente (até gostava de fazer um teste ao QI dele, só para saber...) e muito sedento de aprender mais e mais. Nada o para quando quer saber ou compreender algo, vai à net, procura em livros, pergunta e torna a perguntar até ficar satisfeito, tenho medo que ele considere que a escola não é um desafio à sua altura....


sábado, 22 de outubro de 2011

E hoje sou bebé!!!

 Era uma vez uma mamã e um papá que gostavam muito um do outro. Como tal queriam ter bebés mas os bebés não chegavam. Um dia aconteceu um milagre e depois de 10 anos de casamento cheguei eu! E faz hoje 42 anos, por volta das 18 horas, que tal aconteceu!!!! Pena que nenhum dos intervenientes principais, e intenda-se como a minha mãe e o meu pai, estejam presentes para comemorar tal data, confesso que é o que mais me custa sempre que faço mais um ano de vida...

Felizmente tenho lá em casa 2 pestinhas lindos que espero que me encham de beijos e mimos e isso para mim é o melhor do mundo!!!! E claro, tb adoro os mimos do meu pestinha mais velho, que está comigo quase todos os dias já à quase 16 anos...

Enfim, não vou fazer nada de especial que o tempo é de poupança e não estou com grande espírito para festas. Provavelmente irei jantar fora e mais nada de especial, pois para mim é uma bela prenda não ter de cozinhar e pensar o que fazer para comermos  :)

E prontos, esta sou eu!!!!



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Farta de pagar a crise!!!!

Hoje estou zangada, muito zangada! Por isso tinha de escrever este post hoje, não podia deixar passar a raiva que tenho dentro de mim acalmar...

Depois do que ouvi ontem ser dito pelo 1º ministro, só vos posso dizer que tenho vergonha de ser portuguesa, de ter nascido no mesmo pais de todos os idiotas que contribuíram para a crise e se encheram durante estes anos todos. Porque eu não fui de certeza! E não me venham com histórias que eu trabalho às quase 24 anos, paguei os meus impostos até ao ultimo cêntimo SEMPRE, nunca escondi dinheiro nenhum e tudo o que tenho foi conquistado por mim e pelo meu marido com o suor do nosso rosto.

Sou da função publica SIM!!! E por isso tenho de pagar a crise? Mais uma vez digo que trabalho às quase 24 anos, tenho um curso superior e levo para casa ao fim do mês 1.600€, é assim tanto dinheiro???? E agora tenho de pagar a crise para a qual outros contribuíram????  NÃO QUERO!!!!

Porque só a função publica tem de pagar? Como é que eu vou dizer aos meus filhos que no próximo ano não podem ir de férias mas os amigos deles cujos pais trabalham em empresas particulares podem ir porque vão ter subsídios de férias????? Quem lhes vai explicar isso???? Acreditem que vou pedir uma audiência ao 1º ministro e vou por a comunicação social ao barulho porque quero que expliquem não a mim mas aos meus filhos.... E previno já que eles são inteligentes!!!! Por isso espero que quando crescerem tirem um curso tercnico.profissional mas não um curso superior pois não vale a pena ou que vão para o estrangeiro pois aqui só se dá valor ao compadrio e aos amiguinhos do poleiro, pois quem tem valor é posto de parte se não tiver "padrinhos".

E não pensei que só estou a refilar por refilar, tenho toda a razão do mundo, ora vejam a minha história...

Comecei a trabalhar aos 18 anos pois éramos muito pobres porque o meu pai teve um AVC quando eu tinha 5 anos e ficou com uma reforma miserável, que RSI's não existam, se não tinhas dinheiro, azar!!!! Os meus padrinhos queriam pagar-me um curso superior mas eu optei por ir trabalhar para ajudar financeiramente em casa.

Tirei o meu curso superior à noite, à custa de muitos sacrifícios pois via os meus amigos irem para a praia e passear e eu ficava a queimar as pestanas. Achei que valia a pena, agora tenho grandes duvidas...

Apaixonei-me, casei, comprei uma casa para morar, quis filhos, tive dificuldade em engravidar, fiz tratamentos e tive o meu 1º filho ao fim de 8 anos. Adoptei o 2º ao fim de 8 anos de lista de espera na Segurança Social.
Trabalho na função publica de à uns anos para cá, desde que a Instituição onde trabalhava com contrato individual de trabalho foi fundida com outras instituições do estado.
Se acho que está tudo bem aqui?? Não, claro que não está.
Se se gasta dinheiro mal gasto? Sim, sem duvida, em coisas que não interessam a ninguém a não ser àqueles que se querem encher...
Se há pessoas na função publica que não fazem a ponta de um corno? Sim, há umas quantas que toda a gente sabe quem são mas não tem tomates para fazer nada.
E será que os emprestáveis a parasitas estão todos na função publica? Não, claro que não, existem em todo o lado, em todas as sociedades
Se existem pessoas trabalhadores e boas funcionárias na função publica? Sem duvida nenhuma! Tantas, muitas, imensas que contribuem para que a nossa sociedade e para o nosso bem estar... Já pensaram o que seria do nosso pais que não existissem os trabalhadores da função publica? Quem nos ia socorrer nos hospitais, que iria apanhar o lixo que existe nas ruas e tantas coisas mais que não interessa colocar aqui???

Todos nós temos uma história sobre aquela repartição de Finanças onde fomos e nos trataram mal ou nos fizeram esperar uma eternidade, mas e histórias positivas ninguém tem? Não há pessoas bondosas que nos ajudam a tratar dos assuntos que necessitamos, que nos informam do que queremos saber??? Desafio-vos a partilharem uma experiência positiva com trabalhadores da função publica?

E nas empresas particulares, são todos espetaculares, fantásticos, queridos e simpáticos? Há de tudo, sem duvida! Eu podia contar aqui histórias de experiência com entidades particulares que são muito pouco simpáticas, de lojas e restaurantes em que fui quase tratada a pontapé... 

Ok, então penso que estamos todos de acordo, nem tudo o que é mau está na função publica, nem tudo o que é bom está no particular.

Mais uma coisa, acredito que todos nós conhecemos casos (eu pelo menos conheço casos reais, não estou aqui no diz que disse) em que as entidades patronais declaração apenas os salários mínimos mas depois pagam muito mais aos funcionários, em que as pessoas apenas passam os recibos verdes necessários para atingirem os montantes mínimos ou que lhes interessam, em que se dizem "mães solteiras" quando os pais das crianças vivem lá em casa com elas mas tem morada fiscal noutro sitio e por isso recebem subsídios e ajudas de tudo o que é sitio, de pessoas que recebem subsídios de desemprego mas estão a trabalhar noutros sítios onde não lhes passam recibos, digam lá CONHECEM OU NÃO CONHECEM ESTAS HISTÓRIAS????

Eu como sou trabalhadora da função publica a minha entidade particular declara o meu salário e todos os subsídios que eventualmente me possam ser atribuídos, casei com o pai dos meus filhos e nunca me passou pela cabeça que ele pudesse morar fora de casa só para receber apoios, os únicos subsídios que recebi foi de licença de maternidade quando tive os meus filhos, em 23 anos de serviço apenas fiquei uma semana doente em casa de resto sempre trabalhei ranhosa e com febre.

Então depois de este testamento todo, expliquem-me como se eu fosse muito mas muito burra porque é que eu tenho de pagar a crise mais do que os outros???? Porque sou da função publica????? Porque não posso fugir aos impostos??? Porque quando preciso de alguma coisa nunca me dão, pois não tenho nem um reles abono te família nem seque um médico de família no centro de saúde do qual faço parte????

Sinto-me revoltada, triste, infeliz, sem ver uma luz ao fundo do tunel, receio por mim, pelos meus filhos, pela minha integridade mental e fisica também. Gostava de saber que mal fiz, se nunca roubei nem desviei nada a ninguém.

E não posso fazer nada, só ver a minha vida a desvanecer, a não conseguir avançar com a vida pela qual sempre lutei, apetece-me gritar, bater, partir, ralhar, mas não é dessa forma que se resolvem as coisas.

PS - Já agora acrescento que o meu marido também trabalha na função publica e por isso para o ano lá em casa não vai entrar nenhum subsidio nem de férias nem de natal....

PS2 - E se os anónimos que vem aqui deixar comentário se identificasse? Podiam ser Zé, António ou Maria mas gosto de chamar as pessoas pelos nomes... E já agora, contem a vossa história como deve ser, digam-me a vossa formação profissional e à quanto tempo trabalham (sim que eu também ganhava 50 contos quando comecei a trabalhar à 23 anos... Obrigada!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Passeio de fim de semana

Este fim de semana fomos numa excursão organizada pela associação da empresa onde trabalho. De vez em quando fazem uma e eu sempre que posso, vou com os meus 4 homens  :)

O destino desta vez era Fátima e no sábado de manhã lá fomos nós de camioneta até ao nosso destino.

Os meus filhotes adoram andar de camioneta e de ficar em hotéis, por isso para eles foi uma festa!

Deixamos a tralha no hotel e fomos até ao recinto de Fátima, onde tivemos uma visita guiada à nova basílica que tanta polémica tem causado. Confesso que a achei um pouco fria demais, por ser tão grande. Eu gosto das igrejas antigas, cheias de pequenos pormenores em tudo quanto é sitio para onde olhamos. Gostei do Cristo, não tem o ar sofredor habitual neste tipo de representação, pelo contrário, eu consigo vislumbrar um leve sorriso e sem duvida que ele andou a fazer exercício, pois está todo musculado...

O Dinis quis ir por uma velinha à Nossa Senhora e depois de mãos postas, diz que fez um pedido mas não me contou o que era, que se se realizasse voltava lá para por outra velinha... O engraçado é que estava vento e todas as velas se apagavam, sendo que as pessoas as atiravam lá para dentro, mas a dele ficou a brilhar no meu das outras todas apagadas, com muito orgulho!


Depois de um belo almoço, seguimos viagem para uma terra chamada Pia de Urso. Reza a história que um urso (provavelmente um Urso Ibérico) aproveitar uma das pias existentes no maciço rochoso desta região e aí beber água com frequência. Gostamos do sitio, com casas típicas feitas de pedra e uma percurso engraçado para fazer e interagir.


Jantar no hotel e infelizmente não fomos à procissão das velas porque estava um frio de rachar pedras e tive medo que algum dos meninos ficasse doente, ficará para outra oportunidade.

Os meninos adoraram dormir num hotel e foi difícil adormece-los mas teve de ser pois no dia seguinte não nos podíamos levantar muito tarde para continuarmos o passeio.

Nasceu o dia, toca a tomar o pequeno almoço e a seguir viagem. Próxima paragem: centro de interpretação da Batalha de Aljubarrota. Nunca lá tinha ido e achei engraçado saber como tudo aconteceu, através de um pequeno filme e explicações de um guia.


Finda esta visita fomos até às Grutas de Mira D'aire onde almoçamos um belo polvo à lagareiro e fizemos a visita da praxe. O Eduardo ao entrar nas grutas, exclamou espantado: "Eh lá, que grande monte de pedras!" :)

Depois lá voltamos para a camioneta e regressamos ao local de origem, felizes mas cansados, com mais um passeio cheio de animação e boa companhia.






quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Batizado do Eduardo

E este sábado realizou-se o tão esperado baptizado do meu menino mais novo! Foi uma correria para que ficasse tudo em ordem e pronto para tal acontecimento. Isto porque optei por fazer a comida em casa, por ter um espaço bom para isso. Contratei uma empresa mas a decoração e arrumação ficaram por nossa conta, que a vida não está mesmo nada fácil, por isso a semana passada foi de arrumar, limpar e decorar   :)


Finalmente chegou o tão esperado dia e às 7h15m da manhã o meu menino lindo acordou cheio de energia e boa disposição. Pediu para o tirarmos da cama que já não tinha sono. Bebeu o seu leitinho e estava pronto para este dia tão especial. Enquanto fazíamos os preparativos finais ele ia cantando e falando sem parar, numa onda contagiante de felicidade.

Chegou o fotografo, um amigo nosso que gosta dessas coisas e lá tiramos algumas fotos. Fomos buscar os avós e seguimos para a igreja, que ainda ficava um pouco longe de casa. Optei por o baptizar na igreja do Centro Paroquial onde ele anda porque conhece o sitio e o padre, achei que seria mais engraçado do que ser um sitio desconhecido (a paróquia da zona) e um padre que ele não conhecesse.


Chegamos e começam a chegar os convidados. Somos ao todo 61 em que o mais novo é um primo que tem menos um mês que o Eduardo. O sr padre está atrasado, foi fazer um funeral e hei que chega numa correria. Calma, nós esperamos por si...  :)

Entramos na igreja, começa a cerimónia, o meu menino portou-se lindamente. Sempre sossegado, sempre atento às palavras do sr padre. Deixou colocar a água na testa e só disse que estava fresca. Achou piada a ser benzido no peito com óleo. Segurou na vela acesa com um ar muito compenetrado. Sem duvida que teve  um comportamento exemplar!

O Dinis surpreendeu toda a gente com a leitura que fez na igreja. Nem se ouvia respirar quando ele leu na perfeição. Eu comento que o meu filho sabe ler mas acho que as pessoas pensam que eu sou mesmo uma mãe babada. Mas ouvi-lo ler em toda a sua plenitude foi um momento único e que deixou toda a gente de boca aberta.


Cerimónia despachada lá vamos nós para a comidinha. Umas entradas deliciosas, um almoço perfeito e bebida ainda melhor. A animação foi grande e algumas pessoas já estavam bem alegres...  :)   Haviam 18 jovens, entre os 2 e os 18 anos, o que contribuiu e muito para a animação.

Depois do almoço fomos tirar umas fotos da praxe na Fábrica de Pólvora, o tempo esteve perfeito, nem muito frio nem muito calor.

Mais um lanchinho com grelhados e docinhos e a festa estava concluída. Partimos o bolo (feito com muito carinho pela minha comadre) e o Eduardo quis que ele tivesse umas velinhas.  Começou a debandada geral e acabou o assim em grande um dia que ficará para sempre gravado nas nossas memórias.


Nome do meu baby mais velho

Nome do meu baby mais novo